Como você imagina a história de vida de alguém que se define como um cara high-tec, maluco, bombador de pista e dançarino japonês? Então, esse personagem existe e, ainda, chama a atenção no Shopping Popular com o “Box 309 – A Loja Preta”.
A música preferida dele? Pode ser de Sandy e Júnior a Roberto Carlos. Também diz gostar de Anderson Noise e Mau-Mau, e também não dispensa composições alemãs, francesas e japonesas. O que importa, segundo ele, é que seja de boa qualidade.
“Um belo dia resolvi mudar e fazer tudo o que queria fazer”. Talvez estes versos, de Rita Lee e Luiz Sérgio, sejam os que mais bem definam a trajetória de Chico Fashion Club. Ele tem aproximadamente 40 anos.
- “Sou um velho jovem que comanda a loja”, diz.
Chico Fashion Club cursou biblioteconomia e direito. Fez mestrado e doutorado. Foram 25 anos de estudo para atender à vontade da família, composta de juristas. Na época, era conhecido como Edson Dias, nome que diz não renegar. Foi assim que ele se apresentou, mas diz preferir Chico Fashion Club. Um sonho fez com que Chico jogasse os ternos na rua para que os carros passassem por cima.
- “E eram ternos bons, alguns da Camêlo”, afirma.
Um dia viu uma menina numa boate com um anel que brilhava. O objeto era alvo do olhar de quem freqüentava o local. Juntando este fato com a percepção de que não havia nenhum empreendimento na cidade especializado no publico jovem, com o mesmo “style” dos que existem em Tókio e Londres, Chico decidiu vender o carro e alugar uma loja.
Hoje, a iluminação negra, o teto decorado e os objetos que brilham no escuro são características da “Loja Preta”. Além de ser camelô, por opção, Chico - com voz pausada e ritmada, sem levar em consideração algumas regras gramaticais e usando vocábulos em inglês - conta com orgulho e naturalidade a vida artística que leva.
Na época em que era universitário, o londrinense fazia performances alusivas a The Doors e Rolling Stones, além de ser um dos precursores do punk na cidade. Atualmente, opta por apresentações orientais. Além disso, viaja o Brasil em festas com DJs renomados.
- “Tem todo um cabelo, uma postura no palco.”
No tempo livre, o doutor artista diz gostar de gastar o tempo pensando, criando, inventando, estimulando a própria criatividade.
- “Pensar, criar, inventar. Eu fico sentado bolando uma roupa, como eu vou me apresentar... Então eu acho que eu não descanso. Eu durmo pensando e acordo pensando. A criatividade que move a gente é constante.”
E a criatividade a que se refere pode ser vista na própria roupa. Na camiseta – no dia da entrevista - uma fita preta e brilhante, contornando boa parte do tecido. Claro, que ele mesmo adaptou.
No Box 309, um pouco da criação de Chico, objetos que vão desde roupa para DJs, até material de rock, incluindo acessórios como brincos e anéis, que brilham sob a luz negra. No box, ele faz questão de mostrar o mural de fotos dele com personalidades da noite.
- “Aqui é Ingrid, Denise, na Noruega, no Skol Beats; Anderson Noise, marido da Estela do Big Brother, aqui quando eu apareci no Multi Show...”
Chico Fashion Club - de cabelos presos, dentes não tão perfeitos, roupa que chama atenção, desinibido... um cara high-tec, maluco, bombador de pista e dançarino japonês - afirma
- “Esta loja vai virar uma franquia: A Loja Preta.”
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